Direitor de Comunicação da MIDICOM recebe prêmio internacional na categoria jornalismo

No último dia 25 de novembro, a Fundação Casa da África realizou a Cerimônia de Diplomação ao Mérito Institucional Personalidade Vencedor da Resistência, no Centro de Cultura da Câmara de Vereadores, que homenageou lideranças, pesquisadores, comunicadores e ativistas que têm colaborado para o fortalecimento da igualdade étnica-racial da Bahia e do Brasil. Entre os diplomados está o jornalista Paulo de Almeida Filho, diretor de comununicação da Rede MIDICOM.

Referência do jornalismo comunitário, o comunicador iniciou sua trajetória ainda na adolescência, a partir da Rádio Comunitária Avançar, no Bairro da Paz. Sua vida profissional é marcada pelo uso da comunicação como ferramenta de transformação social e pela defesa da democratização da comunicação. 

Histórico

Paulo de Almeida Filho, morador do Bairro da Paz. Jornalista, Especialista em Comunicação Comunitária, Educação e Direitos Humanos, Mestre em Gestão da Educação, Tecnologias e Redes Sociais (UNEB), Pesquisador no Centro de Referência e Desenvolvimento em Humanidades (CRDH/UNEB)

Diretor de Defesa da Liberdade de Informação e Direitos Humanos na Associação Bahiana de Imprensa (ABI), Membro da Diretoria do Jornalistas Profissionais do Estado da Bahia (SINJORBA), Docente na Escola Baiana de Comunicação, em Comunicação e Diversidade, Jornalismo Comunitário e EduComuinicação

Articulador no Coletivo Bairro da Paz News, Membro da Frente Baiana pela Democratização da Comunicação, Coordenador da Agência de Notícias das Favelas, Diretor de Comunicação da Rede de Mídias Comunitárias de Salvador (REDE MIDICOM), Coordenador Social na Agência Tempo Propaganda.

Mediador no Coletivo Resistência Preta, Conselheiro no Jornal Fala Comunidade, Consultor na Rede de Comunicadores da Ilha de Itaparica (REDE RECOMI) e Mediador da Rede de Comunicação Popular e Políticas Públicas na Região Metropolitana de Salvador (COMPOP)

Vice Coordenador Estadual da Rede de Proteção de Jornalistas e Comunicadores, Membro do Comitê Consultivo de Engajamento CIDACS/FIOCRUZ/BAHIA e Integrante da Rede Nacional de Proteção a Jornalistas e Comunicadores (coordenada pelo Instituto Vladimir Herzog), Ex- Consultor na UNESCO e Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Articulador Social no Projeto Jovens Defensores Populares, Realização: Governo Federal- Fiocruz, Ministério da Justiça e Segurança Pública

Em pleno Novembro Negro, a iniciativa junta as ações da Fundação, presidida por Valdir dos Santos, que há 35 anos atua no enfrentamento ao racismo e na divulgação de políticas de justiça social. O prêmio tem origem em 1995, quando a entidade realizou, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, o primeiro seminário internacional sobre etnias e globalização no terceiro milênio. O encontro reuniu representantes de 120 países e discutiu 12 eixos temáticos ligados aos direitos étnicos-raciais, cultura e meio ambiente, sendo considerados um dos maiores eventos do gênero no país desde a Eco-92.

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